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Cerca de um milhão de Portugueses vivos e mortos e as suas Famílias foram, ontem, em Timor, violentamente ultrajados pelo Comandante-Chefe das Forças Armadas Portugueses quando, emocionado e com as lágrimas nos olhos, enalteceu os feitos da Fretilin, movimento terrorista que lutou contra Portugal e contra os Portugueses. O que fará os representantes políticos de Portugal “baixar as calças” aos movimentos de libertação (?) das ex-colónias portugueses? Será que os combatentes milicianos serão os culpados pelos 13 anos de guerra em África? Serão estes e as suas Famílias os verdadeiros filhos da puta em toda esta história? Senhor Presidente da República, em nome da liberdade de expressão, promova a discussão pública sobre a verdade da guerra colonial. Não espere que os que viveram esse acontecimento morram para, então, reescreverem a guerra colonial na versão do socialismo em liberdade . A vossa versão, seguramente mentirosa.
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São os politicos que temos… O povo vai sendo enrrabado todos os dias, e nada faz para alterar a situação.
Sinceramente, não acompanhei com a devida atenção a deslocação do Sampaio a Timor (até porque não tenho a mínima paciência para aturar o bébe chorão que é o Zé das Medalhas - nada mais sabe fazer), mas ao ser verdade que essas afirmações foram proferidas, é apenas mais uma prova da beleza que é o pós 25 de Abril, e o respeito que Socialistas, Comunistas, Bloquistas, e toda essa escumalha têm tido para com os portugueses e para todos os que lutaram e morreram pela pátria, que não foram por que queriam (ao contrário dos actuais militares que vão ganhar 600 mocas por mês), mas porque foram obrigados, não esquecendo também todos aqueles que tudo lá perderam.
Há uns anos para cá, sinto vergonha de ser português. Somos um país que marginaliza os nossos e que se curva perante os outros. Os grandes heróis de hoje, são os traidores que venderam o país para encherem a mula em nome da apregoada “liberdade”.
Meus deus, maldita hora que D. Afonso Henriques não deu ouvidos à mãe, agora eramos um país às direitas. Os filhos nunca aprendem que as mães só querem as coisas para o seu bem… as mães têm sempre razão.
Muitos parabéns Sr. José Santos pela sua frontalidade, é bom que hoje em dia existam pessoas que ponham o dedo na ferida.
1 000 000 vivos ou mortos? Este blog além de erótico é cómico.E os outros Portugueses mortos ou vivos são os medalhados?
O Fortaleza parece-me mais um pseudo-intelectual com a mania que é rebelde.
Respeite quem lutou pela pátria. Não seja uma merda, e digo merda, para não lhe chamar outra coisa.
Chama! Chama! Chama! Chama! Chama! Chama! Chama! Chama! Chama! Chama! Chama! Chama! Chama! Chama! Chama! Chama! Chama! Chama! Chama! Chama! Chama! Chama! Chama! Chama! Chama! Chama! Chama! Chama! Chama! Chama! Chama! Chama! Chama! Chama! Chama! Chama! Chama! Chama! Chama! Chama! Chama! Chama! Chama! Chama! Chama! Chama! Chama! Chama!
O Caneiro confunde pátria com fascistas
Não me parece que quem deu a vida pela Pátria seja fascista.
É por haver pessoas assim que este País não anda para a frente.
este país, antes de 25-04-1974, suportou uma “guerra colonia”l a bem de quem(brancos) viviam esbanjadamente nas ditas “colónias”
por cá, e para suportar esses senhores, comia-se a banana mais barata e o zoo de lisboa tinha animais que vinham de áfrica.
quanto ao resto, CHORAVA-SE A IDA DE FILHOS, IRMÃOS, NETOS PARA A GUERRA COMO CARNE PARA CANHÃO.
enquanto isso, as conversas de cafés eram “escutadas”
na António Maria Cardoso, em Lisboa, dáva-se de quem discordava.
REALMENTE EU TINHA MUITA VERGONHA DE SER PORTUGUÊS ANTES DE 25-04-2005!!
E eu tenho vergonha de ser português após o 25 de Abril