Afinal, havia outro… Gonçalves.
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Eduardo Gonçalves |
Eduardo Goncalves has also been an adviser on environmental issues to top politicians in the House of Commons and US Congress for many years, is co-author of two books, including the first-ever about the world’s most endangered cat, the Iberian Lynx, and is a regular contributor to the Sunday Times, Guardian and Observer as well as former columnist for The Ecologist magazine. Since November 2003 he has been responsible for launching, developing and coordinating the world’s first One Planet Living Pioneer Project, the Mata de Sesimbra development. |
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02:36:23
viva o SLB . VIVÓ BENFICA !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Resposta ao comentário anterior;
Entrada na Luz triplicou rendimentos de Veiga
Por: Rudolfo Rebêlo (DN)
Não brilhou nos relvados enquanto jogador, mas é acusado de driblar o fisco com o recurso a tácticas elaboradas. Em 2000, quando declarou ao fisco 49,1 mil euros em rendimentos de IRS, José Veiga, o agora ex-director do Benfica, “agenciou” negócios de milhões de euros.
A listagem das transferências de 2000, na qual pontificou Luís Figo, do Barcelona para o Real Madrid, valeu o seu peso em ouro. Paulo Bento, Bruno Caires e Hugo são outros exemplos. Só a transacção da então estrela do futebol europeu , Figo “valeu” ao então “empresário FIFA” um volume de negócios de 37,5 milhões de euros. Claro, falta referir João Pinto, do Benfica para o Sporting, negócio que na data foi propagandeado como sendo a “custo zero”.
Nos anos seguintes mais super-estrelas do futebol mudaram de emblemas: em 2001, Jardel saltou do Galatasaray para o Sporting por uns “declarados” cinco milhões de euros. De rendimentos brutos desse ano, o conhecido “Mr. Veiga” no mundo dos negócios, ao preencher a declaração de IRS, terá colocado uma cifra de 56,1 mil. Um salário bruto mensal de quatro mil euros, um pecúlio ao alcance da classe média.
No ano seguinte, em 2002, Veiga terá declarado remunerações de categoria A do IRS de 55,5 mil euros anuais. Em 2003, os seus rendimentos - para consumo do fisco - terão andado na casa dos 55,7 mil euros.
Para estes ganhos típicos de “classe média”, 2004 foi um ano memorável. Em Abril, entra no Benfica e os seus rendimentos disparam para os 165 mil euros. Na época seguinte, já auferia em salários (do Benfica) cerca de 221 mil euros anuais.
Perito no “planeamento fiscal agressivo”? Aparentemente, Veiga é tão bom nos negócios de “agenciamento” de jogadores como em “limpar” os dividendos da tributação. Os ” veículos fiscais” - como os famosos off-shores - pareciam justificar a “fuga” da matéria colectável.
A verdade é que a “ficha” de “Mr. Veiga”, bem como das suas empresas - com a Superfute à cabeça -, no fisco não é pacífica e os conflitos perduram há mais de uma década. Frente a rendimentos próprios de classe média, mas com volume de negócios multimilionários, o fisco reclama impostos de milhões de euros.
Em 2000, só em IVA e em seu nome pessoal, Veiga tem pendente uma liquidação no valor um pouco superior a um milhão de euros, que já deverá ascender a 1,4 milhões de euros, com os juros acumulados. A Superfute - entretanto extinta - colecciona dívidas em IVA e IRC (imposto sobre lucros) desde 1996.
Um terço do ordenado mensal gozado enquanto director do Benfica (uma parcela de seis mil euros) é retido na fonte, como resultado de uma execução fiscal.
ih ih ih ih ih
Não sei em que isto afecta o BENFICA , nem porquê o hi hi hi , parece que o individuo tambem teve negócios com o Sport , e o que vem na “notícia” é que o sr.Veiga declarava o que ganhava no BENFICA e descontava para IRS em função disso , NÃO CUSPAS PARA O AR QUE TE PODE CAIR EM CIMA !
VIVÓ BENFICA , os cães ladram e a caravana passa … SLB4ever !!!!!
Conselho :
Põe hirudoide que isso deve passar