Sunday, November 26, 2006

A saga do tubarão-frade (Capítulo XXXVI)

Resumo dos capítulos anteriores: a) Um barco de Sesimbra trouxe para a doca um tubarão-frade alegadamente encontrado morto nos apetrechos da pesca ao peixe-espada preto. b) As autoridades não permitiram a venda alegando que o peixe pertencia a uma espécie em vias de extinção. c) Depois de fotografado, filmado, mirado e carregado para um camião da CMS, o peixe de sete metros de comprimento e três toneladas de peso, seguiu para o aterro. d) O camião foi interceptado pela brigada da GNR e, por não ter a guia respectiva, o peixe foi devolvido à doca e o motorista esteve retido nas novas instalações até à noite. e) Alguns biólogos quiseram ficar com o esqueleto e propuseram-se ficar com o animal ficando, este, na doca para ser esquartejado. f) Entretanto, uns trabalhadores da xxx foram apanhados a tentar cortar-lhe as barbatanas mas com um canivete era difícil tarefa. g) Ao terceiro dia, finalmente, o peixe seguiu para o aterro mas, calculem, sem barbatanas!!! Tinham desaparecido misteriosamente.

Capítulo XXXVI: Enquanto as imagens do tubarão-frade e o nome de Sesimbra corriam mundo, as autoridades civis, militares e políticas do concelho estavam… estavam…   Bem, o melhor, mesmo, é admirarem nesta imagem, de hoje, a força do gigante oceano perante a fragilidade da nossa  bela terrinha.

Posted by jose santos at 00:58:31
Comments

3 Responses to “A saga do tubarão-frade (Capítulo XXXVI)”

  1. Alberto Balhao says:

    Então as barbatanas desapareceram… É simples, foram para a sopa. Se calhar basta dar uma volta pelos restaurantes chineses e…. pedir a sopinha hee hee . . . Bom apetite!

  2. maria mijona says:

    As barbatanas valem um bom dinheiro! Será que alguém recebu? Ou então de barbanas com tanta volta, tanta, ganharam força e voaram, voaram tanto, que nunca mais voltaram! ÁH gandes bexitos, qualquer dia vamos escrever colectivamente é clare, a epopeia desconhecida do povo da piscosa Ah! Ah! Ah!

  3. maria mijona says:

    As barbatanas valem um bom dinheiro! Será que alguém recebu? Ou então de barbanas com tanta volta, tanta, ganharam força e voaram, voaram tanto, que nunca mais voltaram! ÁH gandes bexitos, qualquer dia vamos escrever colectivamente é clare, a epopeia desconhecida do povo da piscosa Ah! Ah! Ah!

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