Total liberdade
Mais três exemplos da liberdade que existe por estes lados. Cada um come o que quer, onde quer e como quer.



Mais três exemplos da liberdade que existe por estes lados. Cada um come o que quer, onde quer e como quer.



Os Pexitos, mais uma vez, entregues aos bichos! Depois da traição do POPNA, a traição do SAP. Muitas vozes, muitas movimentações, mas só depois dos actos governamentalmente consumados. Somos tal e qual os tais maridos que são sempre os últimos a saber o que se passa dentro da sua própria casa. Os políticos já sabiam, os médicos já sabiam, os enfermeiros já sabiam, os bombeiros também já sabiam, só que nós, os que somos a população, não soubemos nadinha. Há presidente da câmara? Há vereador da saúde? Pouco ou nada se ouviu oficialmente. Será que a CMS já nem tem dinheiro para comprar papel para um comunicado à população?
O ministro da Saúde esteve há alguns dias no hotel do Mar. Alguém da classe política ou activistas e militantes políticos fizeram alguma coisa? Ou só têm esse conhecimento quando está lá o Le Pen?
Do pós-POPNA já se podem ver os resultados à beira da estrada para Setúbal… No pós-SAP talvez o aparecimento de uma ou outra clinicazinha, brevemente. Quem sabe?

Não são precisas nem palavras nem notas musicais. Para quê? É concerteza uma banda portuguesa.


Será que começaram a construir uma fortaleza só para nós ou será que vão construir a base de um pedestal para homenagear os políticos cá da terra? Pela forma e tamanho não parece coisa esteticamente boa mas como o presidente é arquitecto estamos tranquilos. Até ver, claro.

Estão a ser criadas “novas” passadeiras para peões. Desta vez, uma faixa em alcatrão substituíu as pedras. Tal como em África.

Ontem, na Várzea de Sintra, quatro cães atacaram e mataram um ser humano, uma senhora de 56 anos de idade. Ontem, em Sesimbra, mais um cão e o trágico cenário puderia ter acontecido entre nós. Quem sabe?
Hoje, em Sintra, aqueles cães foram abatidos. Por cá, continuamos sempre… em festa. Bianca.

Que me desculpem os nossos conterrâneos António C. Rapaz & Amigos, autores do fabuloso livro “O que veio à rede”. A inveja é um pecado mortal e sendo eu um pescador não pude deixar, também, de lançar a rede junto à sapata da fortaleza. A caçada embora escassa foi espectacular. Valeu a pena! Tudo vale a pena se a alma não é a da pequena…
Hoje, é o dia mundial da poesia, não é?

A leste e a oeste nada de novo.

Alegrem-se aqueles que já em fase de desespero tinham perdido a esperança de ver reparada a iluminação do castelo. A solução encontrada foi a mostrada na foto. Assim, sim! Nada como ter um iluminado entre nós.

Está bem à vista de todos, no coração de Sesimbra. Onde é? Alguém sabe?
